Hoje em dia, a minha tristeza por não ter um namorado diminuiu bastante se comparada com o auge da minha adolescência e juventude. Mas, eu ainda sinto muito a falta de um amor, de companhia.domingo, 30 de agosto de 2015
Qual o motivo pelo qual estou sozinho?
Hoje em dia, a minha tristeza por não ter um namorado diminuiu bastante se comparada com o auge da minha adolescência e juventude. Mas, eu ainda sinto muito a falta de um amor, de companhia.domingo, 18 de setembro de 2011
Sofrer é opcional!
Assumi uma atitude psicótica, porque acho que se o outro não está mais afim, seja homem, honre as calças que veste e tenha ao menos a dignidade de dizer isso a outra parte envolvida. Descobri que no MSN eu estava bloqueado, e que ele não queria mesmo era me atender, nem falar comigo.sábado, 14 de maio de 2011
Notícias!

quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Entre a cruz e a espada.
Tá, tudo bem. Dizem que não há o momento certo para viver algo mais sério e estável. Então sou eu que não sei o que quero.
De tudo isso a verdade é que eu estou vendo os meus defeitos, estou percebendo características minhas que assustariam qualquer ser vivente que quisesse ter alguma coisa comigo. Coisas que para mim são abomináveis. E diante de tudo isso, se ele está diferente, distante e me tratando com tanta frieza, eu assumo: mea culpa.
Diante dos fatos, não tiro a razão dele de se afastar de mim depois de todo showzinho que fiz, de ter tratado ele mal, ter sido grosso, possessivo, etc...
Chorar o leite derramado não vai adiantar agora. Só me resta empreender uma jornada, uma mega jornada para me tornar uma pessoa melhor e adquirir o auto-controle. Ih, que papo mais auto-ajuda, rsrsrsrsrs.
Mas vejo que se continuar desta forma, nem eu mesmo se suportarei. Então, é bola pra frente. Deixar tudo como está e veremos como vai terminar isso.
Abraços meus amados leitores...
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Parte 02 - Incompatibilidades.

Brigo. E isto como se fôssemos namorados há anos...
E sei que mal começamos e isto já desgasta a relação. Porque as brigas? Porque sinto falta, e ele não está nem aí, saí cansado do trabalho (é o que diz), e vai direto para casa (ao menos é o que diz) dormir, sem ao menos dar um sinal de vida. Sem ter como ligar do celular, uma das formas que temos para conversar, ele não faz a mínima questão de providenciar créditos para falar comigo, eu que ligue (deve ser o que ele pensa). Diz que não tem tempo, que está cansado, e quando sobrar tempo, irá procurar um local que aceite cartão para comprar o crédito do celular. Enquanto eu, idiota, saio de casa na madrugada do dia 01 para colocar crédito, porque não quero ficar sem bônus para falar com ele no outro dia...
Tenho analisado tudo isso e chego a uma conclusão, ou seria mais uma dúvida? Estou de fato pronto para viver um namoro? Tantas cobranças de minhas parte seriam um indicativo de que melhor seria estar só, apenas curtindo, ao invés de tão rapidamente sair de uma relação e entrar em outra?
Estou me culpando. Sim, tenho achado que estou dimensionando demais as coisas, dando importância demais, fazendo a famosa "tempestade em copo d'água". Coisas de carente, de inseguro, de insatisfeito...
E agora... o que eu faço? Acabo o que mal começou? Ou deixo acontecer?
Não sei "empurrar as coisas com a barriga", ir levando, fingir que nada acontece. Sou extremista. Ou 8 ou 80.
Estou perdido.
Abraços...
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Parte 01: A dúvida.

Após um primeiro contato arranjado por amigas em comum, o primeiro encontro foi adiado, adiado, até que não suportei mais e tendo informações sobre local onde mora, local onde trabalha, e uma tarde inteira sem fazer nada e supondo que saísse para almoçar, veio a idéia: porque não segui-lo? É a melhor forma de vê-lo de longe e tirar minhas próprias conclusões. Não me dei por satisfeito e após seguir de longe por um bom tempo, resolvi mostrar que eu estava atrás dele (ou melhor, apareci em sua frente!).
Ficou surpreso, depois confessou-se irritado porque não respeitei sua vontade de não me ver ainda, apesar de por telefone mostrar-se louco para que isso acontecesse, mas na hora certa. Existia a hora certa?
Após esse primeiro contato na rua, esteve em minha casa, onde conversamos, continuamos mantendo contato por telefone todos os dias, e nos vemos quase todos os dias. Hoje, tivemos uma conversa esclarecedora.
Quase 15 dias mantendo contato, 3 dias após termos "nos" encontrado pessoalmente, nada aconteceu ainda. Me tocou, mas evitou o meu toque. Brincou comigo, e eu até que brinquei com ele, e após uma brincadeira mais ousada mostrei qual era a minha vontade e ele fugiu.
Disse querer ir embora, estava cansado, precisando de banho. Ué, mas em minha casa tem banheiro e chuveiro, e eu também estava precisado de um banho e se fosse a dois seria muito melhor.
Disse que não queria que as coisas fossem assim. Rápidas. Sexuais. Queria que acontecesse, de início, algo mais profundo. Que o apego não viesse apenas do sexo, que o "namoro" não fosse baseado apenas nisso, mas queria sentimento, queria conhecer mais. Disse que via o beijo como um selo de um compromisso, de uma coisa mais séria e queria que o nosso primeiro beijo fosse após ambos terem certeza do que querem.
Esperneei, briguei, xinguei. Não adiantou. Por telefone, faltou-me paciência. Joguei o celular no chão, bati o telefone na cara. Ou seja, fui infantil. Fui, ou sou?
Vejo-me repetir as mesmas cenas do relacionamento antigo, as mesmas cobranças, os mesmos pitis, e chego a uma conclusão: ainda sou imaturo demais para viver um relacionamento.
E junto com a conclusão uma dúvida: devo dispensar o possível namoro e curtir a vida adoiado, ou devo investir e procurar mudar, porque está na hora de viver algo mais estável?
Transar ou não transar logo de cara? Vale a pena esperar e apostar em algo mais duradouro?
Estou cheio de dúvidas...
Abraços meus amados leitores.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Uma teoria.
Ultimamente tenho pensado bastante sobre uma teoria, um fato, ou seja lá qual o nome que podemos dar para isso que acontece com boa parte das pessoas que estão namorando. É o seguinte: passamos uma boa parte de nossas vidas desejando encontrar alguém para viver um relacionamento "estável". Busca complicada, cheia de infortúnios, muitas vezes sem sucesso. Muito difícil namorar quando estamos de fato querendo isso.Até aí tudo ótimo. Vamos conhecendo a pessoa que estamos namorando e a vida segue. Mas, segue com uma modificação: agora que estamos namorando, CHOVE pretendentes para ficadas, sexo sem compromisso, ou até mesmo namoro. E eu pergunto: qual a lei da física, da química, da matemática ou outra ciência qualquer que explica isso? Porque aparecem inúmeras oportunidades de relacionamento justamente quando estamos envolvidos com alguém? Que tentação do Cão!
Agora entendo o porque de muitas pessoas simplesmente traírem seus parceiros. Há quem não suporte tanta provação. E o pior é que acontece com você e acontece com seu parceiro também. As cantadas chovem sobre você e seu namorado. E se você não for seguro do que quer, ou ele não for seguro do que quer...já sabe como acaba a história, não é mesmo?
Quero a opnião de vocês, meus leitores: isso já aconteceu com você? Isso acontece com você? Conte-me uma experiência, se possível.
Um abraço a todos vocês! Saudades!!!
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Difícil...
Envolvimento assumido, luto agora para sobreviver a um relacionamento a distância. Já falei anteriormente aqui sobre a minha dificuldade em acreditar em algo que acontece há km de distância, e com visitas de 15 em 15 dias, ou menos, ou mais. No entanto, se eu aceitei desde o início o desafio, agora vou até o fim.Difícil de acreditar quando ele diz que só quer a mim, difícil de acreditar que ele não deu a mínima para alguns recadinhos do orkut, difícil acreditar que ele se manterá fiel mesmo não estando ao meu lado. Difícil...
Aceitei viver este namoro. Por nós, numa tentativa de sermos felizes juntos. Por mim, como uma forma de superação, de amadurecimento, de dar um crédito ao ser hu
mano. Ontem conversava com um amigo sobre ciúmes, sobre recadinhos de orkut e etc, e dizia a ele que este namoro será uma violência diária. Uma violência minha contra mim.Porque eu vou ter que aprender a confiar (em mim e no outro), a me dominar, a ser seguro de mim e de minhas capacidades e qualidades, e principalmente, não fazer com que a minha vida gire em torno desta pessoa, porque esta relação pode durar muito tempo como pode não passar de um sonho do mês de maio.
Enfim, livrando as angústias que creio que fazem parte do início de todo relacionamento, estou bem, estou feliz, e só me resta agora viver. Ou como diria Cláudia Leitte: "Beijar na boca e ser feliz".
E para você meu leitor uma perguntinha que não quer calar: você acredita em namoro a distância? Dê a sua opnião.
Um forte abraço e até as cenas dos próximos capítulos.
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Sobre macarrões e relacionamentos.

Porque essa frase chamou a minha atenção? Parei para pensar, e cheguei a conclusão (triste conclusão) que não conheço nínguem nesta situação, vivendo juntos há anos, e sendo um "modelo", ou uma prova de que realmente pode haver amor, respeito e cumplicidade entre dois homens.
A verdade é que os relacionamentos hoje em dia podem ser classificados como Cup Noodles. Acrescenta-se uma água fervente no início (que na maioria das vezes se resume a sexo) e em três minutos está pronto (geralmente é o tempo que se leva para dizer: Estamos namorando). Só quê, assim como o dito macarrão instântaneo, que é produzido para alimentar rapidamente um esfomeado (agradeço aos japoneses, prováveis inventores desta maravilha), o relacionamento instântaneo na maioria das vezes também tem curta duração.
As pessoas hoje em dia não estão mais se importando em começar um relacioname
nto como era antigamente. Não procuram mais conhecer a pessoa, marcar alguns encontros, ir com calma, ir experimentando a relação, e analisando se há chances de dar certo. Acho que isso acontece por medo de demorar tempo demais e o outro colocar a "fila para andar". Hoje você sai para uma boate, um bar, conhece alguém interessante, por lá mesmo já troca uns beijinhos ou até algo mais quente que irá acabar na casa de um dos dois ou em um Motel. Muitas vezes, no outro dia, ou se encontrar o dito cujo uma outra vez, finge nem conhecer, ou cumprimenta friamente.Eu adoro macarrão instântaneo, mas sei que devido a química que pode ter no tal tempero, pode me fazer mal a longo prazo, como tudo industrializado hoje em dia. Já vivi o relacionamento instântaneo, já provei dos efeitos devastadores.
Porém, hoje, creio que estou entrando numa fase onde será preferível esquentar a água, cozinhar o macarrão, preparar o molho, e comer uma bela macarronada, e se der, ainda guardar para comer mais um pouco mais tarde.
Houveram sortudos (ou habilidosos) que conseguiram fazer do macarrão instântaneo uma bela macarronada. Parabenizo-os por essa façanha.Creio que o casal descrito por meu amigo do Blog "vizinho" cozinhou o macarrão, passando por todos os processos. Ou será que estou errado? O fato é que hoje eles podem aproveitar desta macarronada e ainda receber elogios públicos, o sonho de toda cozinheira (o)! (Risos)
Estou colocando a água para ferver. Na verdade, está faltando o macarrão ainda. Mas tem nada não. Eu coloco a fervura em "banho-maria"...
Abraços...
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
A confusão - parte 2

Ouvindo Down to Earth, novo e maravilhoso disco de Jem (Acabei de descobrir).
A confusão continua. E eu acho que sei qual o motivo: a maldita da comparação. Justo agora que comecei a namorar, a amizade com aquele carinha citado em alguns posts anteriores que continua sendo o meu modelo de pessoa perfeita, para casar e viver toda a vida ao lado, voltou ás boas. Falando no msn sempre, trocando mensagens, vendo DVD juntos, marcando de sair e tal. Eu tento, juro que eu tento ver ele apenas como um amigo e seguir o meu caminho. Mas meu Deus, como é difícil.
Conversava com ele sobre Sex and the city, ele falou que nunca tinha visto, então emprestei a ele a série e tinha certeza que adoraria. Dito e feito: ele adorou. Ultimamente estou a caça de "novas" cantoras ou cantores, para mudar um pouco o repertório de minha vida, e quando ouço alguém que realmente vale a pena, mando pra ele, e ele fica louco, perguntando porque faço isso com ele, mandando essas músicas lindas. Sei do que ele gosta, sei o que eu quero. Ele atende as "exigências". Ele, mesmo com os defeitos, era o que eu queria para mim. MAS JÁ ESTÁ MAIS DO QUE CLARO, NÃO PASSARÁ DE AMIZADE!!!!!!!!
Em post anterior, falava do suposto namoro dele com um carinha que, Deus me perdoe, mas é... Prefiro não comentar. Com certeza tem os atrativos dele e eu não posso aqui ficar julgando. Tudo bem, a minha amizade com ele voltou ao normal, mas não posso ainda me sujeitar a sair acompanhado deles dois. Não consigo, não desce, não dá para fingir amizade com o carinha que está namorando com ele, e que agora finalmente ele assumiu. Tenho nojo de ver eles dois juntos, com aquele carinho de namorados. Ele merecia coisa melhor, ainda que não fosse eu.
Enfim, recusei, escapei por pouco de sair no fim de semana acompanhado do casal. Já que o meu namorado não pode vir este fim de semana estar comigo. Diante de toda esta confusão, fico cheio de raiva de mim. Porque eu não posso estar bem com o cara que está comigo agora, e que parece de fato gostar de mim, e está disposto a ficar comigo? Porque eu sou tão confuso?
Eu não sei o que fazer. Realmente, eu não sei.