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domingo, 30 de agosto de 2015

Qual o motivo pelo qual estou sozinho?

E ele está namorando também. Também, porque se eu olhar ao redor a maioria dos carinhas que conheço estão num relacionamento sério.
Ele estava com alguém, vivendo uma história de amor linda, até descobrir que seu "amado" trocava mensagens no WhatsApp com outros caras, onde enviava fotos, vídeos, etc, etc. A história acabou ali. Isto foi há 6, 7 meses atrás. Agora, ele está apaixonado de novo e fazendo declarações de amor na web. O perfil dele: cara sarado, bonito, bem-sucedido, fazer várias viagens para lugares bacanas, tem amigos que são do mesmo perfil que ele. E agora está namorando um gatinho, como ele. Ou seja, foi simples para ele mudar a história. Afinal, é um cara bonitão, e interessante.
Já levei para minha psicóloga esta questão: porque (e isso me incomoda pra caralho) quando vejo alguém que conheço começar a namorar, sinto um sentimento ruim. Nomeei como inveja, mas ela disse que não é inveja visto que não desejo o mal da pessoa nem farei o mal visando atingir os envolvidos. Ela acha que é apenas o desejo de viver a mesma coisa, de viver aquela realidade que o outro está vivendo.
Não sei. Mas realmente, fico angustiado, triste quando vejo que mais um casal se formou e eu continuo solteiro.
Hoje em dia, a minha tristeza por não ter um namorado diminuiu bastante se comparada com o auge da minha adolescência e juventude. Mas, eu ainda sinto muito a falta de um amor, de companhia.
Já pensei, já tentei de toda forma analisar onde está o erro. Dizem que é porque eu não saio muito e o cara não vai bater na minha porta. Outros dizem que é porque eu escolho muito. Ou há ainda os que dizem que não aconteceu ainda porque não é a hora certa. Mas existe uma hora certa para encontrar um cara bacana, disposto a viver um relacionamento?
Ou seja, cada um dá seu veredicto. Mas não chegam a um consenso e na verdade, nem eu chego a uma decisão final. Eu não sei porque estou sozinho. Porque não namoro. Porque não me consigo encontrar um cara legal para construir uma história.
Será que é porque hoje em dia está tudo mais fácil, tantos aplicativos que permitem os caras se conhecerem, transarem sem compromisso e por isso as pessoas não querem mais se envolver?
Eu não sei. Mas sigo procurando a resposta para a pergunta que dá título a este post. E você, meu amigo leitor, o que pensa a respeito? Se está solteiro, porque? Se está namorando ou casado, o que aconselha a fazer um cara de 30 anos, que mora em SP, para encontrar ou se envolver com alguém?
Quero analisar todas opiniões.
Grande abraço!

P.S. Me perdoem, mas eu nunca consegui gravar a diferença entre os 4 porquês. Então escrevo todos eles do mesmo jeito. Importante é que entendam a mensagem final! rs.

domingo, 18 de setembro de 2011

Sofrer é opcional!

Como você reagiria se estive desempregado, não tivesse passado naquela seleção de emprego que você queria MUITO, seu namorado tivesse terminado com você, alegando estar confuso, sem saber se queria viver um relacionamento com outro homem ou não, e no meio disso tudo, após a descoberta de um câncer, você tivesse que viajar para cuidar do seu pai que havia feito uma cirurgia para retirada do mesmo e infelizmente o perdeu para uma infecção hospitalar? AH, detalhe, e depois de tudo isso, tivesse que viajar de volta para a cidade distante onde está morando atualmente e recomeçar sua vida praticamente do zero?
Pois é. Imagino que maioria vá dizer que estaria confuso, arrasado, no fundo do poço, etc, etc. Foi justamente assim que me senti quando no dia 06 de agosto eu desembarquei em São Paulo, após a passagem deste furacão. Só que neste período, aquele ex confuso reapareceu arrependido e querendo voltar. E insistiu, e forçou a barra cheio de carinhos que eu não poderia retribuir no momento, e queria porque queria me reencontrar, mas eu achei melhor esperar um pouco mais.
E sim, eu disse a ele tudo o que estava sentindo naquele momento, a minha confusão, o meu medo em retomar aquele namoro, ainda que tentando ser melhor, e depois ele fazer a mesma coisa: alegar confusão e me dar um pé na bunda. Mas por fim, após algumas verdades, lágrimas, e discussões virtuais, eu decidi recomeçar com ele. Disse isso a ele, que gostava dele ainda, que estava disposto a tentar novamente. E o que aconteceu depois?
Dois dias depois ligo pra ele e sou friamente tratado. Com a convivência você conhece a pessoa pela voz. E disse isto a ele: te conheço, você não está bem. Resposta: você acha que me conhece. Como agir diante disso? Continuei educado, encerrei a conversa. A noite, tentei um papo no msn, novamente friamente tratado e dessa vez a alegação de que estava fazendo alguns projetos do trabalho. E quando tentei ser carinhoso e dizer a ele que relaxasse, que retribuisse a minha despedida no msn, com um beijo, ele me disse pra não começar e não encher que ele estava com dor de cabeça e alguns problemas. Me toquei e silenciei uns dias.
Três dias depois tentei contato novamente, e dessa vez telefone só chamou. E depois de muito tempo, apenas uma mensagem dizendo que saiu, não levou o celular e estava cansado. Iria dormir e me ligaria depois. No outro dia, celular só chamava. E no outro dia também.
Assumi uma atitude psicótica, porque acho que se o outro não está mais afim, seja homem, honre as calças que veste e tenha ao menos a dignidade de dizer isso a outra parte envolvida. Descobri que no MSN eu estava bloqueado, e que ele não queria mesmo era me atender, nem falar comigo.
A verdade é que diante de tantas quedas, tapas, ciladas que a vida nos apronta, precisamos aprender com elas. Então, essa pessoa, apesar de ter me proporcionado bons momentos quando esteve junto a mim, neste momento mostrou sua verdadeira face. Não, não conhecemos bem a pessoa que está no nosso lado. Exclui toda forma de contato com ele. Mesmo sabendo que, em determinado momento, como todos os outros fizeram, ele voltará. Arrependido, se fazendo de amiguinho. Mas aí será tarde demais.
Mas, surgiu um novo trabalho, novas pessoas. Agora é focar nas metas e seguir em frente. Se no caminho alguém aparecer e quiser me acompanhar, será bem vindo. Mas ser maltratado, não dá.
Abraços, meus queridos.

sábado, 14 de maio de 2011

Notícias!


Meus queridos amigos! Em primeiro lugar, peço-lhes perdão por ter sumido por tanto tempo, nem ao menos visitando os blogs alheios e deixando um mero sinal de "estou vivo".
Mas, aqui estou, querendo retomar a minha escrita, aos meus devanneios e a minha amizade com todos os que leem o que escrevo aqui.
Bem, nos últimos posts, falei de alguns acontecimentos da minha vida.
Estava aguardando um resultado de um processo seletivo, que após muitas fases e muito tempo de espera, acabei não passando. Chorei, chorei muito de raiva, de decepção porque tudo indicava que uma das vagas eu conseguiria, e foi justamente na hora H, na hora da convocar os canditatos para a contratação que o meu nome não apareceu na lista. Fiquei muito mal com esse resultado, questionamentos vários, mas resposta alguma de lugar algum, nem da empresa, nem dos céus, nem de qualquer outro canto.
Ou seja, estou desempregado, angustiado por não conseguir um emprego que não seja na área em que estava, enfim... Estou tentando seguir em frente e ver onde vou chegar.
O namoro, que começou virtualmente lá em fevereiro, continua. Brigas aconteceram, desentendimentos, momentos maravilhosos, e estamos juntos. Manter um relacionamento não é fácil. A distância ajuda, ás vezes atrapalha... Mas com esta pessoa eu estou aprendendo muitas coisas: confiar, ter paciência, moderar nas palavras, pensar antes de dizer ou de agir, ouvir...enfim, muitos aprendizados. E acho que são esses relacionamentos que nos acrescentam, nos tornam melhores, que no final das contas valem realmente a pena. E olhem que, em post anterior, eu estava indeciso se levava isso a frente ou não, por N motivos. Mas, não me arrependo de ter dado uma chance a um sentimento bom, a uma pessoa boa.
Também comentei sobre meu pai, que está com câncer. Ele na Bahia e eu aqui, quilômetros de distância. Graças a Deus, apesar de ser um tumor maligno, os médicos disseram que não evoluiu e que será feita uma cirurgia para retirada do tumor. Agora é esperar a cirurgia.
Enfim, estou assim. Meio bagunçado interiormente, tentando colocar ordem na alma para ter um pouco de equilibrio e organizar a vida no meio desta balbúrdia em que me encontro. Saudades de todos por aqui. Prometo que nesses próximos dias volto a visitar os blogs, comentar e retomar as atividades no EGGO. Grande abraço a todos...

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Entre a cruz e a espada.

Estou entre as dúvidas e as certezas. Um dos amigos leitores deste blog perguntou-me: "Se voce não sabe o que voce quer, como espera que o outro corresponda isso?". Eis a questão: estou disposto a mudar agora para viver algo sério, sem tantas cobranças, construindo a confiança, e fazendo com que a minha vida seja mais leve e feliz com alguém que queira o mesmo?
Tá, tudo bem. Dizem que não há o momento certo para viver algo mais sério e estável. Então sou eu que não sei o que quero.
De tudo isso a verdade é que eu estou vendo os meus defeitos, estou percebendo características minhas que assustariam qualquer ser vivente que quisesse ter alguma coisa comigo. Coisas que para mim são abomináveis. E diante de tudo isso, se ele está diferente, distante e me tratando com tanta frieza, eu assumo: mea culpa.
Diante dos fatos, não tiro a razão dele de se afastar de mim depois de todo showzinho que fiz, de ter tratado ele mal, ter sido grosso, possessivo, etc...
Chorar o leite derramado não vai adiantar agora. Só me resta empreender uma jornada, uma mega jornada para me tornar uma pessoa melhor e adquirir o auto-controle. Ih, que papo mais auto-ajuda, rsrsrsrsrs.
Mas vejo que se continuar desta forma, nem eu mesmo se suportarei. Então, é bola pra frente. Deixar tudo como está e veremos como vai terminar isso.
Abraços meus amados leitores...

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Parte 02 - Incompatibilidades.


Com calma estamos indo. Ou melhor, nem tanta calma assim. Precipitei as coisas ao pedir que namorasse comigo. O pedido foi aceito, mas agora sinceramente me arrependo. Me arrependo por ver o quanto temos de diferentes, o quanto algumas atitudes me irritam, me deixam possesso, em seu jeito de agir.
Brigo. E isto como se fôssemos namorados há anos...
E sei que mal começamos e isto já desgasta a relação. Porque as brigas? Porque sinto falta, e ele não está nem aí, saí cansado do trabalho (é o que diz), e vai direto para casa (ao menos é o que diz) dormir, sem ao menos dar um sinal de vida. Sem ter como ligar do celular, uma das formas que temos para conversar, ele não faz a mínima questão de providenciar créditos para falar comigo, eu que ligue (deve ser o que ele pensa). Diz que não tem tempo, que está cansado, e quando sobrar tempo, irá procurar um local que aceite cartão para comprar o crédito do celular. Enquanto eu, idiota, saio de casa na madrugada do dia 01 para colocar crédito, porque não quero ficar sem bônus para falar com ele no outro dia...
Tenho analisado tudo isso e chego a uma conclusão, ou seria mais uma dúvida? Estou de fato pronto para viver um namoro? Tantas cobranças de minhas parte seriam um indicativo de que melhor seria estar só, apenas curtindo, ao invés de tão rapidamente sair de uma relação e entrar em outra?
Estou me culpando. Sim, tenho achado que estou dimensionando demais as coisas, dando importância demais, fazendo a famosa "tempestade em copo d'água". Coisas de carente, de inseguro, de insatisfeito...
E agora... o que eu faço? Acabo o que mal começou? Ou deixo acontecer?
Não sei "empurrar as coisas com a barriga", ir levando, fingir que nada acontece. Sou extremista. Ou 8 ou 80.
Estou perdido.
Abraços...

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Parte 01: A dúvida.

E a proposta é: vamos com calma, porque precisamos nos conhecer melhor pessoalmente, olhos nos olhos, para que algo aconteça.
Após um primeiro contato arranjado por amigas em comum, o primeiro encontro foi adiado, adiado, até que não suportei mais e tendo informações sobre local onde mora, local onde trabalha, e uma tarde inteira sem fazer nada e supondo que saísse para almoçar, veio a idéia: porque não segui-lo? É a melhor forma de vê-lo de longe e tirar minhas próprias conclusões. Não me dei por satisfeito e após seguir de longe por um bom tempo, resolvi mostrar que eu estava atrás dele (ou melhor, apareci em sua frente!).
Ficou surpreso, depois confessou-se irritado porque não respeitei sua vontade de não me ver ainda, apesar de por telefone mostrar-se louco para que isso acontecesse, mas na hora certa. Existia a hora certa?
Após esse primeiro contato na rua, esteve em minha casa, onde conversamos, continuamos mantendo contato por telefone todos os dias, e nos vemos quase todos os dias. Hoje, tivemos uma conversa esclarecedora.
Quase 15 dias mantendo contato, 3 dias após termos "nos" encontrado pessoalmente, nada aconteceu ainda. Me tocou, mas evitou o meu toque. Brincou comigo, e eu até que brinquei com ele, e após uma brincadeira mais ousada mostrei qual era a minha vontade e ele fugiu.
Disse querer ir embora, estava cansado, precisando de banho. Ué, mas em minha casa tem banheiro e chuveiro, e eu também estava precisado de um banho e se fosse a dois seria muito melhor.
Disse que não queria que as coisas fossem assim. Rápidas. Sexuais. Queria que acontecesse, de início, algo mais profundo. Que o apego não viesse apenas do sexo, que o "namoro" não fosse baseado apenas nisso, mas queria sentimento, queria conhecer mais. Disse que via o beijo como um selo de um compromisso, de uma coisa mais séria e queria que o nosso primeiro beijo fosse após ambos terem certeza do que querem.
Esperneei, briguei, xinguei. Não adiantou. Por telefone, faltou-me paciência. Joguei o celular no chão, bati o telefone na cara. Ou seja, fui infantil. Fui, ou sou?
Vejo-me repetir as mesmas cenas do relacionamento antigo, as mesmas cobranças, os mesmos pitis, e chego a uma conclusão: ainda sou imaturo demais para viver um relacionamento.
E junto com a conclusão uma dúvida: devo dispensar o possível namoro e curtir a vida adoiado, ou devo investir e procurar mudar, porque está na hora de viver algo mais estável?
Transar ou não transar logo de cara? Vale a pena esperar e apostar em algo mais duradouro?
Estou cheio de dúvidas...
Abraços meus amados leitores.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Uma teoria.

Ultimamente tenho pensado bastante sobre uma teoria, um fato, ou seja lá qual o nome que podemos dar para isso que acontece com boa parte das pessoas que estão namorando. É o seguinte: passamos uma boa parte de nossas vidas desejando encontrar alguém para viver um relacionamento "estável". Busca complicada, cheia de infortúnios, muitas vezes sem sucesso. Muito difícil namorar quando estamos de fato querendo isso.
Mas, um dia, aparece um ser vivo que está a fim de viver o mesmo que você. BINGO! Já não era sem tempo! Depois de tanto esperar por isso, finalmente parece que vai acontecer.
Até aí tudo ótimo. Vamos conhecendo a pessoa que estamos namorando e a vida segue. Mas, segue com uma modificação: agora que estamos namorando, CHOVE pretendentes para ficadas, sexo sem compromisso, ou até mesmo namoro. E eu pergunto: qual a lei da física, da química, da matemática ou outra ciência qualquer que explica isso? Porque aparecem inúmeras oportunidades de relacionamento justamente quando estamos envolvidos com alguém? Que tentação do Cão!
Agora entendo o porque de muitas pessoas simplesmente traírem seus parceiros. Há quem não suporte tanta provação. E o pior é que acontece com você e acontece com seu parceiro também. As cantadas chovem sobre você e seu namorado. E se você não for seguro do que quer, ou ele não for seguro do que quer...já sabe como acaba a história, não é mesmo?
Quero a opnião de vocês, meus leitores: isso já aconteceu com você? Isso acontece com você? Conte-me uma experiência, se possível.
Um abraço a todos vocês! Saudades!!!

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Difícil...

Envolvimento assumido, luto agora para sobreviver a um relacionamento a distância. Já falei anteriormente aqui sobre a minha dificuldade em acreditar em algo que acontece há km de distância, e com visitas de 15 em 15 dias, ou menos, ou mais. No entanto, se eu aceitei desde o início o desafio, agora vou até o fim.
A princípio, relutei em viver esta situação novamente. Mas, a carência, o bom cárater que a pessoa demonstra ter, e pensamentos acerca da vida (se estou aqui é para viver, correndo riscos ou não) me levaram a arriscar mais uma vez e viver algo com uma pessoa com a qual eu não posso ter ao meu lado todos os dias ou pelo menos num espaço de tempo menor. Nos falamos todos os dias, procuramos saber um da vida do outro, o que foi feito, quais os planos, etc. Mas pra mim está sendo particularmente difícil.
Difícil de acreditar quando ele diz que só quer a mim, difícil de acreditar que ele não deu a mínima para alguns recadinhos do orkut, difícil acreditar que ele se manterá fiel mesmo não estando ao meu lado. Difícil...
Aceitei viver este namoro. Por nós, numa tentativa de sermos felizes juntos. Por mim, como uma forma de superação, de amadurecimento, de dar um crédito ao ser humano. Ontem conversava com um amigo sobre ciúmes, sobre recadinhos de orkut e etc, e dizia a ele que este namoro será uma violência diária. Uma violência minha contra mim.
Porque eu vou ter que aprender a confiar (em mim e no outro), a me dominar, a ser seguro de mim e de minhas capacidades e qualidades, e principalmente, não fazer com que a minha vida gire em torno desta pessoa, porque esta relação pode durar muito tempo como pode não passar de um sonho do mês de maio.
Enfim, livrando as angústias que creio que fazem parte do início de todo relacionamento, estou bem, estou feliz, e só me resta agora viver. Ou como diria Cláudia Leitte: "Beijar na boca e ser feliz".
E para você meu leitor uma perguntinha que não quer calar: você acredita em namoro a distância? Dê a sua opnião.
Um forte abraço e até as cenas dos próximos capítulos.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Sobre macarrões e relacionamentos.

Passeando num dos Blogs que adoro ler, o Passageiro do Mundo, encontrei um pensamento do escritor sobre um casal de amigos recente que ele conheceu, o qual ele descreveu como: eles formam um bonito casal, é mais uma prova de que pode existir amor e companheirismo entre dois homens.
Porque essa frase chamou a minha atenção? Parei para pensar, e cheguei a conclusão (triste conclusão) que não conheço nínguem nesta situação, vivendo juntos há anos, e sendo um "modelo", ou uma prova de que realmente pode haver amor, respeito e cumplicidade entre dois homens.
A verdade é que os relacionamentos hoje em dia podem ser classificados como Cup Noodles. Acrescenta-se uma água fervente no início (que na maioria das vezes se resume a sexo) e em três minutos está pronto (geralmente é o tempo que se leva para dizer: Estamos namorando). Só quê, assim como o dito macarrão instântaneo, que é produzido para alimentar rapidamente um esfomeado (agradeço aos japoneses, prováveis inventores desta maravilha), o relacionamento instântaneo na maioria das vezes também tem curta duração.
As pessoas hoje em dia não estão mais se importando em começar um relacionamento como era antigamente. Não procuram mais conhecer a pessoa, marcar alguns encontros, ir com calma, ir experimentando a relação, e analisando se há chances de dar certo. Acho que isso acontece por medo de demorar tempo demais e o outro colocar a "fila para andar". Hoje você sai para uma boate, um bar, conhece alguém interessante, por lá mesmo já troca uns beijinhos ou até algo mais quente que irá acabar na casa de um dos dois ou em um Motel. Muitas vezes, no outro dia, ou se encontrar o dito cujo uma outra vez, finge nem conhecer, ou cumprimenta friamente.
Eu adoro macarrão instântaneo, mas sei que devido a química que pode ter no tal tempero, pode me fazer mal a longo prazo, como tudo industrializado hoje em dia. Já vivi o relacionamento instântaneo, já provei dos efeitos devastadores.
Porém, hoje, creio que estou entrando numa fase onde será preferível esquentar a água, cozinhar o macarrão, preparar o molho, e comer uma bela macarronada, e se der, ainda guardar para comer mais um pouco mais tarde.
Houveram sortudos (ou habilidosos) que conseguiram fazer do macarrão instântaneo uma bela macarronada. Parabenizo-os por essa façanha.
Creio que o casal descrito por meu amigo do Blog "vizinho" cozinhou o macarrão, passando por todos os processos. Ou será que estou errado? O fato é que hoje eles podem aproveitar desta macarronada e ainda receber elogios públicos, o sonho de toda cozinheira (o)! (Risos)
Estou colocando a água para ferver. Na verdade, está faltando o macarrão ainda. Mas tem nada não. Eu coloco a fervura em "banho-maria"...

Abraços...



segunda-feira, 13 de outubro de 2008

A confusão - parte 2


Ouvindo Down to Earth, novo e maravilhoso disco de Jem (Acabei de descobrir).

A confusão continua. E eu acho que sei qual o motivo: a maldita da comparação. Justo agora que comecei a namorar, a amizade com aquele carinha citado em alguns posts anteriores que continua sendo o meu modelo de pessoa perfeita, para casar e viver toda a vida ao lado, voltou ás boas. Falando no msn sempre, trocando mensagens, vendo DVD juntos, marcando de sair e tal. Eu tento, juro que eu tento ver ele apenas como um amigo e seguir o meu caminho. Mas meu Deus, como é difícil.

Conversava com ele sobre Sex and the city, ele falou que nunca tinha visto, então emprestei a ele a série e tinha certeza que adoraria. Dito e feito: ele adorou. Ultimamente estou a caça de "novas" cantoras ou cantores, para mudar um pouco o repertório de minha vida, e quando ouço alguém que realmente vale a pena, mando pra ele, e ele fica louco, perguntando porque faço isso com ele, mandando essas músicas lindas. Sei do que ele gosta, sei o que eu quero. Ele atende as "exigências". Ele, mesmo com os defeitos, era o que eu queria para mim. MAS JÁ ESTÁ MAIS DO QUE CLARO, NÃO PASSARÁ DE AMIZADE!!!!!!!!

Em post anterior, falava do suposto namoro dele com um carinha que, Deus me perdoe, mas é... Prefiro não comentar. Com certeza tem os atrativos dele e eu não posso aqui ficar julgando. Tudo bem, a minha amizade com ele voltou ao normal, mas não posso ainda me sujeitar a sair acompanhado deles dois. Não consigo, não desce, não dá para fingir amizade com o carinha que está namorando com ele, e que agora finalmente ele assumiu. Tenho nojo de ver eles dois juntos, com aquele carinho de namorados. Ele merecia coisa melhor, ainda que não fosse eu.

Enfim, recusei, escapei por pouco de sair no fim de semana acompanhado do casal. Já que o meu namorado não pode vir este fim de semana estar comigo. Diante de toda esta confusão, fico cheio de raiva de mim. Porque eu não posso estar bem com o cara que está comigo agora, e que parece de fato gostar de mim, e está disposto a ficar comigo? Porque eu sou tão confuso?

Eu não sei o que fazer. Realmente, eu não sei.