Então, agora sim é que vou aproveitar meu lar, e começar a arrumar ele e deixá-lo do meu jeito. A ficha ainda não caiu que eu estou morando no que é meu, que eu posso deixar aquele espaço com a minha cara, as minhas características.quinta-feira, 14 de janeiro de 2016
O novo não é perfeito.
Então, agora sim é que vou aproveitar meu lar, e começar a arrumar ele e deixá-lo do meu jeito. A ficha ainda não caiu que eu estou morando no que é meu, que eu posso deixar aquele espaço com a minha cara, as minhas características.domingo, 11 de janeiro de 2015
A primeira de 2015!
O tempo passa, nós repensamos inúmeras coisas de nossa vida: os erros, os acertos, os sonhos e planos para o futuro e o que eu mais tenho questionado é sobre o que me faz me feliz. O que me motiva? O que faz com que eu siga em frente, rumo a um futuro que é incerto mas que depende em partes das minhas ações no presente?sexta-feira, 21 de novembro de 2014
A vida é cheia de curvas
Dia desses, pensava em como reagimos diante das coisas que acontecem em nossas vidas. Em algumas situações, principalmente as mais complicadas, dramáticas, na maioria das vezes bate o desespero. Aquele medo que nos domina e nos faz agir de forma inconsciente. A preocupação que nos tira o sono, que nos estressa, que nos adoece e irrita. Mas no fim das contas, tudo se resolve.sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Morar Só.
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
O retorno e as decisões a serem tomadas.
sábado, 23 de julho de 2011
Do fundo do poço...

sábado, 15 de janeiro de 2011
Voltar ao passado...

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Adeus Ano Velho!


quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Amor ou posse?


quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Terra das oportunidades.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Ciclos


domingo, 29 de novembro de 2009
Pra frente é que se anda.


segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Evoluir...
MAS, epa: já fui pra academia e voltei. Mera questão de estar mais a vontade em casa. Após um fim de semana pensando e aceitando tudo o que me foi dito, resolvi correr atrás do prejuízo.
De uns dias pra cá, tenho recebido alguns alertas de pessoas conhecidas, através de MSN, ou até pessoalmente sobre minha conduta. Sobre a forma como me vejo, sobre algumas atitudes, defeitos que saltam aos olhos das pessoas e que sinceramente eu não tenho feito o mínimo esforço para ocultá-los ou saná-los. Se as críticas chegam, é porque algo está errado. Na verdade, sempre soube disso, mas nunca me importei, porque achava que não incomodava ninguém.
Agora incomoda aos outros e automaticamente a mim.
Então, "um belo dia resolvi mudar, e fazer tudo o que queria fazer". Comecei pela academia, retornando hoje. As coisas físicas são super fáceis de serem mudadas. A rotina, algumas atitudes incoerentes com a minha idade, coisas que já não cabem mais aos meus 24 anos podem ser resolvidas tranquilamente e com um pouco de vigilância.
Mas quando o assunto são as mudanças interiores, aí tudo complica. Ainda mais que a mudança em si deve ser de dentro para fora. Mudar minha forma de ver as pessoas, as coisas, o mundo, e principalmente a forma como me vejo, para a partir daí mudar o que é externo a mim.
Mudar, crescer, evoluir, tudo isso necessita de um pouco, só um pouquinho de DISCIPLINA. Quando permanecemos num propósito, com afinco, boa parte das vezes conseguimos alcançar o que procuramos.
Confesso: falta-me disciplina, para mudanças interiores, para atividades rotineiras, para estudar...Mas vou ter que achar, onde quer que ela esteja.
O que não posso é ficar da forma como estou.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Surto!
Meus queridos leitores, amigos, venho através deste post dizer a vocês que EU ESTOU SURTANDO!!!!!!!!!!!!!!!Aí, como diz o ditado: mente vazia, oficina do diabo. A bendita da minha amiga praticamente me forçou a comprar minha passagem para viajarmos para Sampa em janeiro. Ok. Passagens compradas, planos traçados. Idéia primeira: passear. E lá no fundo a idéia é: ficar em São Paulo por um tempo (?). E aí mora o meu desespero. Largar minha vida aqui na Bahia, família, o medo de ir morar
onde não conheço nada, de não ter mais meu plano de saúde (kkkkkkkk), de não conseguir um emprego agora que estou devidamente graduado, de não suportar o frio de São Paulo, de adoecer por causa deste mesmo frio. Tá, eu admito: sou exagerado, dramático, estou fazendo a velha "tempestade em copo d'água". Mas a mudança me deixa assim.Tenho apelado até mesmo para as previsões astrológicas, runas, tarot, numerologia, tudo para ter um vislumbre do meu 2o10. Se meus planos de fato irão se concretizar, se São Paulo será a minha moradia no ano vindouro. Mas nem eles sabem me dizer.
O fato é que o destino está selado, e pouco mais de 2 meses me separam do bendito avião que irá me levar para a Selva de Pedra. Preciso me ocupar nestes dois meses. Isso se o surtonão piorar, já que em dezembro ainda vem a falta de trabalho. Aí, vou escrever um post por dia para aliviar minha tensão. (kkkkkkkkkkkk). Ou me esvair de outra forma....
Abraços e prometo a vocês que vou parar de falar nisso...
Rs
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Rapaz Solteiro Procura...A Felicidade.
Sempre morei em cidade pequena. Há quase 10 anos saí de minha cidade e vim parar aqui, na segunda maior cidade da Bahia, com o intuito de continuar os estudos. De início, fui morar com uma tia e sua família: marido, e dois filhos. Reconheço ter sido acolhido como um terceiro filho, mas casa de parentes nunca é igual a nossa. Por isso eu viajava tanto para minha cidade, para ficar com a minha família. Esse período durou mais ou menos 5 anos. E foi bom.Após um ano morando juntos, nos mudamos eu e meu irmão e fomos morar em outro local. A convivência não era das melhores, afinal temos algumas diferenças, o que é perfeitamente normal, mas ainda assim moramos mais um ano juntos. Dessa vez, logo que mudamos, senti a necessidade de contar a ele, que moraria comigo a partir de então, que sou gay. Ele não disse nem que estava bom, nem tampouco que estava ruim. Agiu com indiferença. E vivemos este um ano juntos onde eu me senti mais livre, onde pude ser mais eu mesmo com uma pessoa que vive comigo já a 20 anos. Descobri depois que meu irmão também é gay. Mas como ele é superfechado, nunca comentou nada comigo, nem eu pergunto nada.

Esse ano, por motivo de trabalho, ele retornou para a cidade onde fomos criados e passei a morar só. Faz oito meses que tenho uma certa liberdade e indepedência que me fizeram muito bem. Minha mãe sempre aparece, praticamente toda semana para conferir como estou, mas maior parte dos meus dias, estou só. Acordo na hora que acho que devo, como o que quiser, faço o meu café (que adoro), entro e saio da casa onde moro com autonomia. Como é bom viver assim...
Enfim, nesses quase 10 anos muita coisa mudou. Sempre percebi o meu lado independente. E sempre gostei demais disso. Comigo é: se não tenho companhia, faço sozinho. Sem problema algum.
Analisando este decênio, hoje sou graduado, moro só, tenho um trabalho (pelo menos até dezembro), um bom nível cultural. Hoje sei do que gosto, sei da minha orientação sexual e aceito muito bem. Tive coragem para partilhar isto com pessoas maravilhosas que hoje me respeitam pelo que sou. Falta-me o amor. Ou um amor. Alguém que possa compartilhar comigo destas conquistas e que tenha as suas também. Alguem para somar, dividir, não para subtrair.
Infelizmente, o amor não depende de nada do que tenho, nem do que sou, nem do que conquistei. Analisar a minha vida, tudo o que passei para chegar até aqui, onde me encontro, só me faz querer ir além, e não ficar preso a possibilidade de encontrar alguém que me faça feliz. Felicidade não pode depender jamais de outra pessoa.
Então hoje, como disse Dona Canô, mãe de Bethânia e Caetano, por ocasião de seu aniversário de 102 anos: "A vida, a gente é que decide. Eu escolhi a felicidade."
Ser feliz, fazer o que me deixa bem, olhar para frente sem ficar remoendo o passado, uma vez que seu próprio nome já diz: PASSOU. E "águas passadas não movem moinho".
Hoje a minha prioridade é viver muitos momentos felizes, sozinho, com amigos, com família, com ficantes...ou quem sabe até com um grande amor. Mas, a prioridade do momento é ser feliz COMIGO MESMO.
Amo cada um de vocês!
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Mudanças
Este foi um trecho de uma conversa que eu tive com o Théo pelo MSN, onde falava com ele que não estou sabendo agir diante da vida, do destino, do futuro, ou qualquer coisa que o denomine.
Estou sim encerrando alguns ciclos em minha vida. E a incerteza do futuro me deixa louco. A faculdade acabou, a formatura será neste fim de semana. Em dezembro o contrato de trabalho vence, e adíos sala de aula.

Sempre quiz sair daqui, conhecer uma cidade maior, mais movimentada. Sempre sonhei com São Paulo. E fiz planos para conhecê-la.
Ontem, no susto, uma amiga que está decidida a ir morar na megalópole veio comprar as sua passagem comigo, na net. Compramos, e ela me perguntou: você vai ou não comigo em janeiro? Eu vacilei.
Pensei tanta coisa, pensei no futuro, e se eu encontrar alguém aqui, e se aparecer um trabalho, e se, e se, e se... e ela perguntou uma última vez, logo depois de ter comprado a sua passagem: vai comprar a sua ou não?
Num átimo de loucura, eu disse: vamos lá. Pronto. Compramos as passagens, e dia 16 de janeiro desembarco em solo paulista. Quero ficar. E por isso vou começar a procurar emprego daqui, e pedir ajuda a uma amiga que mora lá.
E o futuro continua nebuloso. E eu continuo com medo. Mas disposto a arriscar. Sempre.
Abraços meus leitores, amo vocês!
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Acabou, agora tá tudo acabado...
Passamos bons momentos juntos, e isso é impossível negar. Fui feliz, num período curto de tempo, mas fui feliz. Só que mesmo gostando de você, e mais uma vez deixando de lado as minhas convicções para viver uma aventura, eu estou me arrependendo. Acabei de ter plena certeza que eu não nasci para viver um romance a distância. Eu preciso da presença, de saber que se necessitar, poderei contar com você em questão de minutos, que poderemos ir ao cinema sem a preocupação de alguem conhecido ver você, de sair contigo, ir num barzinho, jogar conversa fora, falar de nós, falar da vida, falar de como estamos bem hoje. Nunca vivemos isso.
Brigamos muito, reconheço que na maioria das vezes por ciúmes meus, reflexo da minha insegurança, mas que você alimentou também, com algumas atitudes que mesmo você me pedindo para esquecer, porque faziam parte do passado, infelizmente eu não consegui atender o seu pedido.
Hoje, eu gosto de você sim. Mas ao contrário de você, não to fazendo planos para um futuro onde haja o NÓS. Sempre penso em mim, no meu futuro. Encaro isso como um sinal da falta de um sentimento maior. Quero que você seja feliz. Quero que você encontre alguém que o faça feliz. Ainda que você me diga que esse alguém sou eu, infelizmente eu não posso concordar com você. Posso estar fazendo você feliz, mas eu não estou mais feliz.
Acho que se colocarmos um ponto final nesse relacionamento amoroso agora, poderemos manter um relacionamento amistoso, uma amizade sadia daqui para a frente. Espero que me perdoe pela covardia de não te encarar, de não ter essa conversa pessoalmente, mas eu vacilaria e isso não seria bom para nós dois.
Sei que você irá me entender. Desculpe..."
Esse post é em resposta ao meme que o Theo, autor do Blog As cartas do Théo me indicou. Consiste em escrever uma carta onde eu estaria terminando um relacionamento. Este meme foi criado por Daniele Vieria que se inspirou na exposição Cuide de Você, da francesa Sophie Calle, que convidou 104 mulheres para interpretarem um e-mail de seu ex-namorado que gostaria de romper o relacionamento de ambos.
As regras do meme são as seguintes:
1 - Escrever uma carta como se você estivesse rompendo com o seu (sua) namorado(a);
2 - Escrever estas regras e uma breve explicação do que é o meme (como a que fiz acima);
3 - Indicar cinco pessoas.
quinta-feira, 16 de abril de 2009
O que eu sou???
A imagem viva da ilusão.
(O que é que eu sou, Paula Toller)

Acho que ainda sou imaturo demais, com atitudes que beiram a infantilidade, e definitivamente, isso afasta as pessoas de mim.
Eu quero crescer. Mas crescer, principalmente quando se trata de personalidade, de maturidade, não é algo que basta desejarmos e acontece. Isto leva tempo, e requer esforço e sensibilidade para aprender com as coisas que nos acontece no dia-a-dia.
Eu queria ser a pessoa que confia em si mesmo, que se ama, que está pronto para viver um relacionamento quando este aparecer, que não é extremamente necessitado de carinho e atenção, que compreende os outros e seus motivos, que não se irrita nem cria caso por besteiras. Eu queria não ser este ser infantil, possessivo, melodramático, etc.
Enfim, eu não estou bem comigo mesmo. E sinceramente, não sei como ficar. É um momento de confusão, mas creio que antes e primeiramente, de aceitação do que sou hoje. Mas o grande X da questão é: como me tornar uma pessoa melhor, segundo aquilo que espero de mim mesmo?
Enquanto não resolvo essa equação, continuo insatisfeito...
terça-feira, 31 de março de 2009
Uma avaliação.
soas ficou uma "amizade". Ou apenas palavras cordiais trocadas no MSN, ou pessoalmente, quando um encontro ao acaso acontece.Como disse anteriormente, com alguns destes indivíduos eu ainda mantenho um contato amigável. Mas não consigo explicar o sentimento de traição que sinto quando o mesmo encontra uma outra pessoa, e a partir daí, engata um relacionamento. Sempre penso: "Olha, ele conseguiu encontrar alguém legal. E eu, que poderia ser esse alguém, estou só." Não consigo nem tratar a pessoa normalmente, como estava tratando antes de saber que agora ele namora.
É a maldita da comparação. O ciúme. O sentimento de posse. É algo que sinto, não posso controlar.
Algo que me incomoda, que me faz por vezes até mesmo excluir a pessoa de minha lista de contatos. Será que vejo estes caras como possíveis relacionamentos, mesmo não dando certo na primeira tentativa? Será que sou invejoso mesmo, que quero é ter o que eles tem (emocionalmente falando)? Ou são loucuras de um desequilibrado?

Tenho vergonha disso que sinto. Não é normal. Esse sentimento mostra o quanto sou uma pessoa carente e que faz a sua vida girar em torno de alguém que não chegou. E que nem sei se vai chegar. Não queria ser assim, mas é um traço de minha personalidade. Traço que me deixa profundamente insatisfeito, chateado.
Queria ser como aqueles que não se apegam a nínguem, que vivem pura e simplesmente, que estão prontos para o que acontecer. Sempre. E que não fazem de suas vidas uma constante espera (ao menos, afetivamente falando.)
Isso não foi um post, foi um desabafo.
Até mais, leitores.
terça-feira, 17 de março de 2009
O perigo mora ao lado.
Moro na cidade com meu irmão e ao chegar o encontro com a vizinha. Ao pisar meus belos pés em casa, logo vem a notícia:
Vizinha: está sabendo do seu novo inquilino?
Eu: Inquilino? Onde? (Logo entrei em pânico, porque se tem uma coisa que tenho verdadeiro horror é de algum parente do interior resolver se mudar para o Apertadinho onde moro.)
Vizinha: Seu primo, está vindo morar aqui. Chegou de "mala e cuia".
Eu: Morar onde? Que primo? Explica isso direito, menina.
Vizinha: Seu primo, Caio, chegou aí na casa da outra vizinha, parece que vai dividir o AP com ela. (Não entendi nada, porque minha vizinha e amiga é lésbica, adora um movimento em casa, e meu primo é o machista homofóbico de plantão da família. Ou seja, o que está acontecendo?)
Contextualizando: são quatro apartamentos onde três deles são ocupados por pessoas que se conhecem, porque todos vieram da mesma cidadezinha do interior. E o 4° apartamento está vazio. Minha vizinha do lado esquerdo está morando sozinha e passando maior parte do tempo no interior, enquanto que meu primo está estudando e trabalhando aqui na cidade, e não tem onde ficar. Só não ia ficar em meu apertadinho porque dois já bastam. Então a viziamiga resolveu dividir o AP com ele. Sem aviso prévio ao gay da família que mora ao lado. Ou seja, mífu...., porque morando com um homofóbico do lado, todo cuidado é pouco para que um escândalo não ocorra no seio da família.
Por outro lado, a psicologia
explica: quando a pessoa é extremamente homofóbica, é porque tem algo errado aí. Um amigo meu que conhece meu primo diz que ele tem uma quedinha para o nosso lado. Eu nunca percebi. Mas se tivesse mesmo, bem que eu iria gostar.Ontem a noite fui no apartamento do lado conferir se meu priminho querido estava bem instalado. Na verdade, fui conferir se o "material" da época em que moravámos na mesma cidade continuava o mesmo ou estava melhor. Sabe aquelas histórias de descobertas entre primos? Calma gente: infelizmente não aconteceu comigo. Mas este primo em particular é um dos melhores do clã. Bonito, viril, corpo lindo. A cabeça vazia, é bem verdade, mas quem disse que tô estou interessado no conteúdo da cabeça dele?
Enfim, uma breve visitinha para conferir o material e confesso: está melhor. Um corpo atlético, não sarado, de homem que está entrando na idade adulta, cheio de testosterona, daquele tipo que conversa com você atestando que é homem inteiro através de leves (ou não tão leves ) apalpadelas em seu brinquedinho o tempo inteiro... Ai, ai...
Enfim, ruim ter uma pessoa preconceituosa morando ao seu lado, espero que isso não me atrapalhe em nada. No entanto, muito bom ter um pessoa como ele, um colírio aos meus olhos, todos os dias, ali do ladinho.
Neste caso, o perigo decididamente mora ao lado. Neste caso o duplo perigo.
Abraços meus amigos.
P.S.1 A mídia começa a informar a morte do deputado federal Clodovil Hernandez. Eu particularmente, sinto muito. Eu gostava do Clô e de sua personalidade marcante. Vai fazer falta.
P.S. 2 - Lendo o post de um amigo, o Marcos, do Passageiro do Mundo, resolvi colocar aqui o vídeo de uma música do Coldplay que eu adoro!
