Os motivos que me trouxeram a São Paulo foram vários. Mas o principal deles foi aprender a ser um homem, a tomar as minhas decisões, a gerir a minha vida sem a intervenção de papai e principalmente de mamãe. Além do mais, quero crescer como ser humano e acho que a cidade tem muito a me ensinar, tanto através de coisas boas como de coisas ruins. Devemos retirar aprendizados de tudo na vida.
Quando decidi fazer essa viagem, uma das coisas que me impulsionou também foi o fato de não estar envolvido amorosamente com outro alguém. Já havia tentado várias vezes encontrar alguém legal e infelizmente minhas tentativas fracassaram.
Em posts anteriores eu falei do amigo que eu sempre vi como mais que amigo. Aliás, desde que nos conhecemos, eu vi nele tudo o que esperava em um cara. Mas ele desde o início só me viu como uma amizade e eu tive que aceitar: ou a amizade dele ou nada. Escolhi a amizade e acho que até me arrependo um pouco disso hoje em dia, porque mesmo ele sabendo do que sinto por ele (hoje mais fraco e com o tempo com certeza será nada mais), queria que e
u estivesse sempre perto, queria que eu fosse seu conselheiro amoroso, confidente, etc, etc. Será que ele não percebe que essa proximidade toda só iria me fazer sofrer mais? O cúmulo dessa falta de simancol dele foi ter dito que era pra eu vir pra São Paulo mesmo e que quando ele acabasse a faculdade, viria pra São Paulo fazer a pós-graduação dele e iria morar comigo, que eu iria levá-lo para conhecer a cidade, e que ele queria encontrar alguém para casar e eu seria o mediador. Tenho cara de Cupido? Falta-me o arco e as flechas. Eu posso com uma coisa dessas?
O fato é que me despedi dele, evitei muito contato antes de fazer a viagem e esfriei um pouco nosso relacionamento "amistoso". E não, agora eu não o quero em minha vida. Prefiro ele longe.
E por falar em longe, logo após ter chegado em SP, recebi uma mensagem em meu número Tim, que praticamente parei de usar, mas que ainda mantenho porque tenho contatos que só me encontram através deste número.

Na verdade, durante o ano passado, principalmente nos últimos meses do ano, comecei a receber ligações, ou melhor, toques no Tim de um número que eu não reconhecia. O número não me era estranho, mas ainda assim não consegui reconhecer. Quando eu retornava a ligação a pessoa não me atendia, ou já havia desligado o telefone. Geralmente estes toques eram meia-noite, duas da manhã... Enfim, não sabia quem era, esqueci, e quando ligava eu simplesmente ignorava.
Voltando... quando chego em São Paulo recebo uma mensagem neste número Tim com o seguinde enredo: "Ainda penso em você. Acredita? Não liga para este número 81xx-xxxx porque é de minha mãe. Esse número é meu, você pode salvar. Bjos."
Era um ex. Um cara que simplesmente sumiu, me evitou, para dois meses depois me dizer que não estava preparado para algo mais sério. Depois de um tempo tentamos novamente, mas dessa vez, eu só quiz dar o troco. E ficou tudo por isso mesmo. E agora, quando decido mudar totalmente de vida, recomeçar, e cuidar mais de mim sem me preocupar tanto com o coração, com quem vem ou deixa de vir, ele me reaparece, direto da Bahia, dizendo que ainda pensa em mim. Infelizmente, só posso lamentar por ele e nem me dignei a responder o torpedo. Tenho outras coisas para me preocupar.
Por outro lado, um amigo de uma das minhas amigas ficou encantado comigo. Me chama de "Moreno Mara" (kkk). Nós ficamos e ele falou sobre namoro, casamento, ficar junto...etc e tal. Aproveitei o momento, claro. Mas não dei corda as coisas que ele disse. Como falei anteriormente, vou me preocupar mais com outros detalhes de minha vida, sem atentar tanto para namoro, coração, etc. Além do mais, diz o ditado que tem boca, fala o que quer. Ele é bonito sim, e pelo que conta, já conheceu muita gente. Eu posso muito bem ser apenas mais um. Então, aproveitar é o que importa.
No mais, aparecerei para dar notícias, meus queridos amigos e leitores. Peço perdão se demorar para comentar nos blogs, ok.







