segunda-feira, 20 de julho de 2009

Fim de semana hilário!


Tive a prazerosa oportunidade de neste fim de semana assistir a peça 7 conto, com Lúis Miranda, e dirigida por Ingrid Guimarães. Para quem não recorda, Luis interpretou o personagem Moreno, no seriado Global Sob Nova Direção, que tinha como personagens principais a própria Ingrid e Heloísa Perissé.
Na peça, o ator interpreta 7 personagens que fizeram parte do espetaculo teatral Terça Insana. Um mais hilário que o outro!!! Já havia conferido alguns vídeos no YouTube, mas a emoção de ver Vovó Arlinda, Dona Edite, Queixada ao vivo foi demais! O ator Luis Miranda dá um show de interpretação e mostra o que é que o baiano tem! Ótimo comediante! Sem contar nas inúmeras críticas e alertas que ele faz aos espectadores sobre acontecimentos do cenário nacional, ou temas como racismo, homossexualismo, o respeito para com a terceira idade, etc. Tudo de forma hilária, mas que mesmo assim nos leva a refletir! Vale a pena assistir ao espetáculo!
No mais, hoje, dia do amigo (mais uma invenção comercial, porque dia do amigo é todo dia), quero aqui deixar registrado o meu apreço por todos os que leem este blog, minhas insanidades, ás vezes até coerentes. Vocês são a razão para que eu escreva.
Ah, logo abaixo um vídeo promocional da peça 7 Conto, que vale a pena conferir!
Abraços!!!! rsrsrsrsrs (Ainda não consigo parar de rir)!

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Divã, um belo filme.

Atrasado como sempre, assisti ao filme Divã, com Lília Cabral. Na verdade, estava louco pra ver o filme desde que vi uma entrevista no Programa do Jô e este foi citado. Fã da escritora que deu nome ao livro que originou o filme, Martha Medeiros, tinha certeza que adoraria o filme e não fui decepcionado.
Sabia que seria um bom filme a começar pela protagonista, a personagem Mercedes, vivida pela maravilhosa Lília Cabral. Vi o filme sozinho, numa noite de quarta-feira (dia que considero particularmente chato devido ao futebol na TV). E a experiência foi inesquecível. Gargalhar vendo um filme sozinho é algo que raramente faço, mas que este filme conseguiu. No quesito emoção, já não posso dizer, porque choro até com final de novela, quanto mais com este filme que mostra a importância da amizade na vida de um ser humano.
Os diálogos da personagem Mercedes, tanto com o psicólogo quanto com a amiga Mônica também são marcas da escrita leve porém verdadeira de Martha Medeiros. Faz com quem o telespectador se indague sobre algumas características da vida, dos relacionamentos e dos sentimentos que cada um tem. Enfim, o filme, para mim foi fantástico.
E ao contrário do que pensei, que vendo o filme não teria vontade de ler o livro, estou alucinado para comprar o exemplar da Martha e me deliciar com as inquietações de Mercedes.

sábado, 27 de junho de 2009

Reis da Música Pop!

Reconheço que não sou muito ligado nas bandas e cantores que fizeram fama na época em que eu estava nascendo. Às vezes é que sou apresentado a alguma música, ou entro em contato com algum albúm e acabo gostando. Isso aconteceu com Madonna.
Não suportava a dita cuja. Reconheço que esse "ranço" partia das idéias que eu absorvi da RCC (Renovação Carismática Católica) da qual fiz parte ativamente durante toda a minha adolescência. No entanto, justamente quando estava em "crise" com as ideias da Igreja, me permiti ler e ouvir muitas coisas que não eram "recomendadas" pela toda-poderosa. Algum tempo depois desse afastamento da Igreja, comecei a curti muito uma certa música que até então não sabia de quem era. Aquela introdução mexia comigo de tal forma, aquele som de tick-tack de um relógio, um som meio psicodélico, enfim...na minha infinita curiosidade, fui procurar saber de quem era a música e surpresa: era Madonna e seu mais novo cd Confessions on a dance floor, e a música, mas especificamente era Hang Up. Me apaixonei. Ganhei o cd, comecei a procurar sites da cantora, saber mais sobre a sua vida e carreira e me tornei fã. Fã ao ponto de não resistir a sua tour "Pegajosa e Doce" e cair de cabeça no Rio de Janeiro e curtir os dois shows que Titia Madge fez na cidade carioca.
Isso tudo para falar de um outro assunto que domina boa parte da mídia nos últimos dois dias. A morte de Michael Jackson. Quando, na tarde de quinta-feira, a tv começava a noticiar a suposta morte do cantor, eu não dei a mínima. Minha visão dele se resumia basicamente aos escândalos envolvendo sua vida, e a sua aparência assutadora. Não era tão desinformado a ponto de não saber que Thriller era um sucesso dele. Mas era só. Por isso não me importei muito.
No entanto, aos assistir alguns telejornais e ver algumas reportagens sobre o cantor, descobri haviam muitas outras músicas do cantor que eu gostava, mas que não sabia que eram dele. Algumas da época do Jackson's 5, como ABC, outras da sua carreira já solo, como Don't Stop 'Til You Get Enough, a própria Thriller, Black Or White, Heal The World. Sem contar, seus atributos como dançarino, que são espetaculares.
Descobri então que mesmo sem saber, eu curtia Michael Jackson. E muito! Em sua carreira houveram inúmeros escandalos, assim como na de Madonna também. No entanto, sua música, sua dança, está acima de tudo isso. Perdemos um grande artista. Mas com certeza sua música será eterna.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Uma teoria.

Ultimamente tenho pensado bastante sobre uma teoria, um fato, ou seja lá qual o nome que podemos dar para isso que acontece com boa parte das pessoas que estão namorando. É o seguinte: passamos uma boa parte de nossas vidas desejando encontrar alguém para viver um relacionamento "estável". Busca complicada, cheia de infortúnios, muitas vezes sem sucesso. Muito difícil namorar quando estamos de fato querendo isso.
Mas, um dia, aparece um ser vivo que está a fim de viver o mesmo que você. BINGO! Já não era sem tempo! Depois de tanto esperar por isso, finalmente parece que vai acontecer.
Até aí tudo ótimo. Vamos conhecendo a pessoa que estamos namorando e a vida segue. Mas, segue com uma modificação: agora que estamos namorando, CHOVE pretendentes para ficadas, sexo sem compromisso, ou até mesmo namoro. E eu pergunto: qual a lei da física, da química, da matemática ou outra ciência qualquer que explica isso? Porque aparecem inúmeras oportunidades de relacionamento justamente quando estamos envolvidos com alguém? Que tentação do Cão!
Agora entendo o porque de muitas pessoas simplesmente traírem seus parceiros. Há quem não suporte tanta provação. E o pior é que acontece com você e acontece com seu parceiro também. As cantadas chovem sobre você e seu namorado. E se você não for seguro do que quer, ou ele não for seguro do que quer...já sabe como acaba a história, não é mesmo?
Quero a opnião de vocês, meus leitores: isso já aconteceu com você? Isso acontece com você? Conte-me uma experiência, se possível.
Um abraço a todos vocês! Saudades!!!

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Bons Momentos...


Sumido! Esta é a palavra que me define no momento. Sumi muito daqui, mas não da net. Alguns amigos que estão no meu MSN vêem que continuo aparecendo de vez em quando.
Mas devido a falta de tempo, é que nao tenho escrito tanto como antes. No último post falei sobre a minha falta de confiança na pessoa com a qual estou namorando faz um mês. Pensei em terminar o que mal tinha começado, mas vi que estava cobrando demais de uma pessoa que mal conhecia. Após um papo com o mesmo pessoalmente resolvi levar em frente o que começamos e dar um voto de confiança a ele. Afinal, nem todos os caras são como o que me envolvi ano passado, que estava comigo e com outro na cidade dele ao mesmo tempo. Ainda bem que só descobri isso tempos depois e não me afetou (ao menos conscientemente). Quanto a eu e H. estamos bem.
Vou tentando não imaginar o que ele pode fazer comigo na cidade dele. Isso pode até ser uma neura minha. Mas uma coisa que admiti pra mim e até para o próprio H. é que não confio (ainda) em mim. Minha autoestima não me permite acreditar que ele gosta de mim e não quer outra pessoa. Ele diz que é isso o que acontece, mas sempre acho que tem um Q de mentira aí atrás. Como disse, tento não ficar encanando com essas coisas e assim estamos felizes um com o outro. A saudade é imensa, mas dá pra levar, uma vez que nos falamos todos os dias, religiosamente, ao telefone. E nos vemos com uma certa regularidade.
Enfim, estou feliz.
Não apenas por isso, mas também por ter chegado ao último semestre da faculdade. Agora sou um Provável Concluinte, como a própria universidade me define. Dentro de no máximo 6 meses serei um licenciado. Confesso que estou nervoso com a cerimônia de formatura, aquele mundaréu de fotos, de cumprimentos, de... esqueci a palavra.
Além disso, minha vida tomou rumos que não eu esperava. Quem antes bradava aos quatro ventos que não iria ser professor, hoje está em sala de aula, tomando conta de três turmas de alunos, todos na faixa etária da pré-adolescência. Um verdadeiro sufoco, com alguns bons momentos. Mas que estou conseguindo superar e desempenhar o meu papel. Não sei se bem, mas...
No mais, está tudo assim. Prometo que não sou sumir por tanto tempo. E que voltarei com meus devanneios...rs
Abraços meus amigos leitores.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Difícil...

Envolvimento assumido, luto agora para sobreviver a um relacionamento a distância. Já falei anteriormente aqui sobre a minha dificuldade em acreditar em algo que acontece há km de distância, e com visitas de 15 em 15 dias, ou menos, ou mais. No entanto, se eu aceitei desde o início o desafio, agora vou até o fim.
A princípio, relutei em viver esta situação novamente. Mas, a carência, o bom cárater que a pessoa demonstra ter, e pensamentos acerca da vida (se estou aqui é para viver, correndo riscos ou não) me levaram a arriscar mais uma vez e viver algo com uma pessoa com a qual eu não posso ter ao meu lado todos os dias ou pelo menos num espaço de tempo menor. Nos falamos todos os dias, procuramos saber um da vida do outro, o que foi feito, quais os planos, etc. Mas pra mim está sendo particularmente difícil.
Difícil de acreditar quando ele diz que só quer a mim, difícil de acreditar que ele não deu a mínima para alguns recadinhos do orkut, difícil acreditar que ele se manterá fiel mesmo não estando ao meu lado. Difícil...
Aceitei viver este namoro. Por nós, numa tentativa de sermos felizes juntos. Por mim, como uma forma de superação, de amadurecimento, de dar um crédito ao ser humano. Ontem conversava com um amigo sobre ciúmes, sobre recadinhos de orkut e etc, e dizia a ele que este namoro será uma violência diária. Uma violência minha contra mim.
Porque eu vou ter que aprender a confiar (em mim e no outro), a me dominar, a ser seguro de mim e de minhas capacidades e qualidades, e principalmente, não fazer com que a minha vida gire em torno desta pessoa, porque esta relação pode durar muito tempo como pode não passar de um sonho do mês de maio.
Enfim, livrando as angústias que creio que fazem parte do início de todo relacionamento, estou bem, estou feliz, e só me resta agora viver. Ou como diria Cláudia Leitte: "Beijar na boca e ser feliz".
E para você meu leitor uma perguntinha que não quer calar: você acredita em namoro a distância? Dê a sua opnião.
Um forte abraço e até as cenas dos próximos capítulos.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Rotinas...

Ando sumido, é bem verdade. Mas é que a rotina está retornando. Trabalho três vezes na semana, faculdade voltando ás aulas, e por incrível que pareça, mesmo tendo que fazer apenas três matérias para concluir o curso, terei que estar na universidade todos os dias da semana. Não gosto muito dessa idéia, mas tenho que focar no fim último que é a conclusão do curso, que eu espero que não passe deste ano.
O pânico que tinha em ser professor parece que está amenizando. Livrando o fato de ter escolhido dar aulas para 5ª série do Ensino Fundamental II ( coisa que me arrependo muito agora, porém, já está feito, não tenho mais o que fazer), está tudo correndo razoavelmente bem. Mas continuo com a idéia de não ser professor, mas estou professor até que o ano acabe.
No âmbito sentimental...bem...estou conhecendo uma pessoa. Na verdade, firmamos um compromisso e estamos namorando. Mas confesso estar cheio de medo.
Primeiro porque a situação mais recorrente de minha vida volta a acontecer: ele não mora aqui na minha cidade. E eu, inseguro, já fico cheio de medo de ser traído, enganado, de não resistir a distância, de ser infantil demais e acabar afastando ele de mim.
Estou lutando bravamente, poderando bastante antes de qualquer ato para que eu não me arrependa posteriormente. Mas no primeiro encontro, e no fim de semana que passamos juntos, a empatia foi palpável. Já conquistou até mesmo os amigos mais próximos e que tiveram a chance de conhecê-lo. Após a sua partida, luto agora para não cobrar atenção, para não ficar imaginando coisas, para não posar de namorado carente, ciumento, possessivo.
Melhor deixar as coisas acontecerem, e fazer a minha parte como amante: dar atenção, não dar motivos para cobranças posteriores, e tratá-lo bem, muito bem.
Tenho dito ultimamente que se estamos vivos não estamos imunes ao sofrimento. Portanto, sofrer é algo inerente a nossa vida. Não adiantaria muito ficar com medo de me envolver e não querer esta relação pelo fato da pessoa desejada não estar próxima a mim. Preciso é aprender a viver com a distancia. Quem sabe no futuro ela não seja diminuída, ou até mesmo extinta?
Mas enquanto a situação não muda, vamos aproveitando da forma como pode ser.
E que "seja eterno enquanto dure".
Abraços meus queridos leitores.